Apesar de os problemas económicos em Portugal apontarem para a única solução possível - crescimento económico - para iniciar o processo de saída da crise, a tendência das soluções impostas e propostas é exactamente ao contrário: A economia vai contrair-se em 2012: Desemprego vai aumentar; Empresas vão fechar; Ordenados vão baixar (embora se possa discutir quanto); Subsídios salariais vão acabar (na Função Pública)... e não bastando saber-se que mais cidadãos vão emigrar de Portugal rumo a outras paragens, o próprio líder do Governo, o Sr. Primeiro Ministro Pedro Passos Coelho tomou a iniciativa de dizer aos portugueses que é incapaz; que é incompetente; que responde aos problemas da banca e do grande capital em vez de responder aos problemas dos cidadãos, e manda-os emigrar, enunciando até alguns destinos para o fazerem. Nada de novo. Já se tinha ouvido isto deste governo.
Em vez de se manter e aumentar o poder de compra e estimular a economia, prefere-se seguir algumas tendências que na Europa afirmam ser os portugueses preguiçosos. O que não é bem assim. E ento aumenta a carga horária e reduz o rendimento!?!?! Onde está a solução?
Em vez de se manter e aumentar o poder de compra e estimular a economia, prefere-se seguir algumas tendências que na Europa afirmam ser os portugueses preguiçosos. O que não é bem assim. E ento aumenta a carga horária e reduz o rendimento!?!?! Onde está a solução?
Porém... Porém não. Não é porém. É obviamente! Obviamente que não está certo o Sr. Priemiro Ministro de Portugal. Isso afirmou mesmo Bruxelas, onde o comissário para os Assuntos Sociais e da Inclusão desdisse peremptoriamente Passos Coelho. A Europa não está em condições para se promover a emigração como solução. E falando na emigração no seio da Europa, hoje chegam mais notícias aos jornais nacionais enunciando desta vez o estado do desemprego dos emigrantes portugueses... no Luxemburgo. Um terço dos portugueses neste pequeno país europeu estão desempregados.
Ao lado de Portugal, geograficamente, isto é, Espanha prepara-se para congelar salários... mínimos. Já enunciamos aqui no Serra de Tomar - O Blogue ! que em Espanha foi proposta a criação de um novo salário mínimo nacional de 400,00 €uros (exactamente por um dos membros da tróica que opera em Portugal). Para os que ficam e estão em Portugal espera-se um início de 2012 frio. Muito frio. Até mesmo frio no estado do tempo. Mesmo assim sabem os cidadãos que podem ainda contar com novas oportunidades, oportunidades essas em território nacional, no campo da formação, mas cujos os contornos estão já numa "insuportável indefinição" uma vez que o Governo ainda não deu orientações quanto ao que poderá acontecer. Para já está a avaliar aquilo a que Pedro Passos Coelho apelidou de "certificar a ignorância", o que foi para alguns como chamar ignorantes aos que se formaram dentro dos programas de novas oportunidades, em vários e diferentes níveis, nas mais variadas áreas de estudos e saídas profissionais. O meio milhão de "ignorantes". Já noutras formações, na educação superior, parece que o crédito está em alta?!?!! E os eleitores elegeram-no.
Entretanto, em Tomar um outro membro do PSD assumiu a presidência da Câmara Municipal, sem que por isso consiga ver sequer o orçamento aprovado para 2012, porque ninguém quer pagar a dívida à Parq T. A tal dívida contraída com a construção do parque de estacionamento na cidade de Tomar, que está por pagar. São os tais 6,4 Milhões que não há nos cofres da Câmara Municipal e que implicam mais um empréstimo. Por um lado Carrão pede "patriotismo" para pagar à Parq T enquanto que por outro se pergunta onde está o patriotismo com os interesses dos cidadãos quando um dos associados da empresa que construiu o Parq T está formalmente acusado pelo Ministério Público por corrupção ao tentar convencer um vereador da Câmara Municipal de Lisboa a receber 200 MIL EUROS para que o vereador (do Bloco de Esquerda) voltasse atrás com as críticas sobre o projecto da Bragaparques? Só que este vereador denunciou o caso. Denunciou a tentativa de corrupção!
Já o ex-Presidente da Assembleia Municipal de Tomar, Miguel Relvas,(cargo que exerceu entre 1997 e 2009, enquanto era ao mesmo tempo deputado à Assembleia da República, entre 1991 e 2009, sendo também presidente da Região de Turismo dos Templários, entre 2001 e 2002, e ainda secretário de Estado da Administração Local de Durão Barroso, entre 2002 e 2004, e secretário-geral do PSD, de 2004 e 2005 justificou recentemente o ajustamento financeiro para a Madeira (do seu colega do PSD Alberto João Jardim) e deixa a Reforma da Administração Local - que eventualmente dará origem a uma nova Serra de Tomar, a não ser que esta reforma se "congele" também - para outros lidarem com ela. Para outros fazerem as contas.












0 Response to "IV/Nº 9 | Frio. Muito frio. Tenebrosamente gelado. Congelado."